
Nada de alívio para o motorista são-joanense. Em abril, o preço dos combustíveis disparou ainda mais. O valor médio do litro da gasolina, por exemplo, fechou em R$ 7,57, alta de 3,55% em relação a março. A informação é da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Pesquisa realizada em 20 postos de combustíveis da cidade história aponta que o valor mais em conta identificado foi de R$ 7,39 e o mais caro, R$ 7,74.
E migrar para o álcool não foi uma alternativa tão viável para economizar. O litro do etanol saiu por cerca de R$ 5,58. Os preços variaram entre R$ 5,09 e R$ 6,29.
No Congresso Nacional terminaram as discussões para tentar frear essa escalada. E o principal, combater os impactos da inflação.
No fim de abril, foi aprovado um projeto de lei que permite a redução de tributos sobre combustíveis sem necessidade de compensar a perda de arrecadação. Antes, em março, foi aprovado um projeto que estabeleceu alíquota única do ICMS para todo o país. A norma fixou que a cobrança do imposto sobre os combustíveis incida apenas uma vez. Anteriormente, incidia em várias etapas da cadeia de produção.
Apesar das medidas aprovadas, o consumidor não testemunhou nenhuma queda de preço nas bombas. Inclusive, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, emitiu ofício solicitando que o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) respeite o novo ICMS, uma vez que o valor dos combustíveis continua no mesmo patamar.