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Taxista foi assassinado, em um possível latrocínio, e ainda teve seu veículo incendiado

Foto: Divulgação

Na tarde de domingo, dia 03 de outubro, a central de operações do 38º Batalhão, recebeu denúncia, via 190, dando conta de que havia o corpo de um homem caído às margens da estrada vicinal de acesso aos “Munhos”, próximo à empresa Granha Ligas, no Rio Acima, em São João Del-Rei.

De imediato viaturas foram deslocadas até o local e ali chegando os militares depararam com o corpo de um homem, e meio a vegetação, já sem os sinais vitais e com várias perfurações e cortes, com a camisa ensanguentada.

De imediato a perícia técnica foi acionada e ali compareceu o perito Leonardo Vale, que realizou os trabalhos pertinentes e verificou que a vítima apresentava diversas perfurações, sendo quatorze no tórax, cinco no pescoço, além de cortes nas mãos da vítima, provocados possivelmente por uma faca, tratando-se possivelmente de um homicídio.

Enquanto estavam no local, os militares foram comunicados pela central de operações, de que um veículo Chevrolet Prisma, taxi, de cor preta, havia sido queimado no loteamento “Monte Cristo”.

Ao fazerem conferência, verificaram que o veículo estava em nome da senhora M.S.F.C. de 60 anos. Ela compareceu à sede do 38º Batalhão e disse que seu marido, J. C.C, 58 anos, que é taxista, não havia retornado para casa após a noite de serviço. Informou que ela também é taxista, que o marido trabalha com o carro durante a noite e ela durante o dia.
Como o ponto é na Avenida Tancredo Neves, foi visto pelo sistema de monitoramento, que por volta das 23h, o motorista saiu com o veículo do Ponto e não mais retornou.

A carteira com documentos e dinheiro da vítima não foram localizados. O aparelho celular e uma das placas do veículo foram localizados jogados ao chão, próximo ao mesmo.

Também no veículo foi feita a perícia técnica e o carro recolhido ao pátio credenciado para veículos apreendidos. O corpo do taxista foi liberado para ser levado ao Instituto Médico Legal, e como a carteira dele não foi localizada, os militares, a princípio, trataram o caso como Latrocínio, ou seja roubo seguido de morte.
Como nenhuma informação sobre a autoria do fato foi conseguida naquele momento, o boletim de ocorrência foi registrado e encaminhado à delegacia de polícia civil para as investigações posteriores.

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